terça-feira, 7 de dezembro de 2010
( Discurso de encerramento )
Prezado Dr. Eli3z3r B4tist4, nosso patrono, Coronel Ricardo, nosso paraninfo, convidados, amigos veteranos e meus colegas calouros b3n3d3ns3s,
Nós que chegamos agora no 8ND3S já temos a primeira tarefa: agradecer.
Lembrando, sempre, que estamos aqui porque passamos em um concurso considerado como dos mais difíceis e seletivos do Brasil, temos que agradecer, primeiro, por ter tido ânimo e vontade para enfrentá-lo. Depois, pelo conhecimento e inteligência para responder bem às questões da prova; em seguida pela tranquilidade para esperar o resultado que, no caso dos engenheiros, foi um exercício especialmente exigente para o sistema cardiovascular, pois que a homologação só veio 6 meses depois, o que nos habilita, no mínimo, ao ingresso em curso de formação para monges tibetanos ou carmelitas descalças.
E fomos aprovados. Beijos, telefonemas de tios afastados, elogios dos avós: “Eu sabia. Esse meu neto é danado! Herdou do avô.” Mas faltava a provação da fila de espera. E novamente devemos ser gratos por enfrentar com estoicismo e paciência esses 2 anos. Sempre de olho na lista: “Chamaram mais 2. Faltam só 123 para eu cruzar a fita.” Fé e esperança foram os mandamentos a seguir, sem baixar a cabeça. Um dia eu chego. E chegamos, graças a Deus. Mas ainda faltavam os exames médicos. Mais 15 dias e chegou a carta: “...apresente-se dia 1 de outubro, e retire o crachá de funcionário novo com a recepcionista.” E aí agradecemos por nossa saúde. Passamos. Vitória.
Não tenho certeza de que vocês, veteranos de Banco, tenham consciência disso, mas uma coisa que nos impressiona ao chegar aqui é a forma como somos recebidos. Muitos de nós trabalharam em grandes empresas e podem confirmar: é muito raro encontrar tanta organização e competência. Falo por mim: nunca vi nada sequer parecido. A tranquilidade que isso nos dá não tem preço. E o orgulho, porque imediatamente vem aquela sensação boa: eu agora faço parte desse time. Esses sentimentos se reforçam a cada dia durante a integração, pelo alto nível das palestras e dos palestrantes, a transparência na divulgação das informações e a independência nas colocações de todos. O alto nível do pessoal do Banco fica claro desde o início.
No curso de formação que recebemos, constatamos outra vez o compromisso com a excelência: professores dos melhores do país e das instituições mais gabaritadas que temos, reconhecidos por sua competência mesmo fora do Brasil. Uma verdadeira pós-graduação latu sensu concentrada. Ter contato com esses mestres foi um privilégio agradável: aprende-se muito, sem esforço. Esse investimento nós agradecemos ao Banco, mesmo sabendo que ele já fez sua análise e concluiu: a lucratividade neste caso é garantida.
Sem medo de errar, podemos dizer, parodiando alguém cujo nome não me ocorre agora, que nunca antes neste Banco houve turma como a nossa. Afinal, esta Turma é 10 10. É a turma de outubro de 2010. Outra parecida só, talvez, daqui a 100 anos. Nossa turma reflete bem a diversidade brasileira. Além da parte que é visível, somos cearenses, paraibanos, pernambucanos, gaúchos, baianos, paulistas da capital e do interior, capixabas, brasilienses com pé no Maranhão e cariocas de todos os sotaques. Para uma instituição que trata de Brasil, ter gente que conhece, desde a raiz, nossos regionalismos é capital de que o BNDES precisa para seus grandes projetos de desenvolvimento. Nada substitui a sensibilidade de quem viveu o ambiente, conhece seu povo, suas expectativas, seus sonhos, suas qualidades e também seus problemas. Isso é fundamental na análise e na adequação de projetos que chegam ao Banco, ou das soluções que ele mesmo propõe. Mais uma contribuição grau 10 desses calouros .
Ouvimos também falar sobre uma tradição benedense, ligada ao bom ambiente de trabalho, cujo resultado é um interessante índice de casamentos entre colegas. Modéstia à parte, um olhar rápido sobre a platéia confirma que a Turma só pode contribuir para a elevação desse índice.
A nossos amigos formandos de fora do Rio, uma sugestão: não resistam ao jeito alegre e descontraído do carioca. Não vale a pena abrir mão de ser feliz. Acolher bem a todos está no nosso sangue, mas vem também da história: desde que D. João aportou aqui nos acostumamos a receber, de tempos em tempos, gente de todos os estados. Mudava o presidente, e lá vinham seus conterrâneos. E muitos, muitos mesmo, gostaram e ficaram. Para nós isso é natural. Assim, o carioca é uma mistura saborosa de Brasil. E felicidade é o seu lema. Habituar-se a ser feliz é fácil, e ajuda a tornar a vida boa e o trabalho menos penoso. Se algum dia acontecer de chegar ao Banco meio triste, peça a nosso paraninfo para visitar o terraço: não há baixo astral que resista àquela vista.
Termino com uma mensagem a nossos colegas veteranos: podem ficar tranquilos quanto à manutenção do padrão de qualidade do Banco que vocês estabeleceram em nível tão alto. Sem arrogância: a peteca não vai cair.
A meus colegas calouros, agradeço pela gentileza de terem me escolhido para falar pela Turma. Sei que foi por mera delicadeza, mas espero que tenha dito o que vocês gostariam de dizer se estivessem aqui. Quero trabalhar com vocês.
Obrigado e sejam felizes.
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sexta-feira, 26 de novembro de 2010
((( FELIZ OLHAR NOVO ))) C.D.A.
Carlos Drummond de Andrade
O grande barato da vida é olhar para trás e sentir orgulho da sua história.
O grande lance é viver cada momento como se a receita da felicidade fosse o AQUI e o AGORA.
Claro que a vida prega peças. É lógico que, por vezes, o pneu fura, chove demais...
Mas, pensa só: tem graça viver sem rir de gargalhar pelo menos uma vez ao dia?
Tem sentido ficar chateado durante o dia todo por causa de uma discussão na ida pro trabalho? Quero viver bem.
O ano que passou foi um ano cheio.
Foi cheio de coisas boas e realizações, mas também cheio de problemas e desilusões. Normal.
Às vezes se espera demais das pessoas. Normal.
A grana que não veio, o amigo que decepcionou, o amor machucou. Normal.
O próximo ano não vai ser diferente.
Muda o século, o milênio muda, mas o homem é cheio de imperfeições, a natureza tem sua personali-dade que nem sempre é a que a gente deseja, mas e aí? Fazer o quê? Acabar com seu dia? Com seu bom humor? Com sua esperança?
O que eu desejo para todos nós é sabedoria!
E que todos saibamos transformar tudo em uma boa experiência!
Que todos consigamos perdoar o desconhecido, o mal educado. Ele passou na sua vida. Não pode ser responsável por um dia ruim...
Entender o amigo que não merece nossa melhor parte. Se ele decepcionou, passe-o para a categoria três, a dos colegas. Ou mude de classe, transforme-o em conhecido. Além do mais, a gente, provavelmente, também já decepcionou alguém.
O nosso desejo não se realizou? Beleza, não tava na hora, não deveria ser a melhor coisa pra esse momento (me lembro sempre de um lance que eu adoro: CUIDADO COM SEUS DESEJOS, ELES PODEM SE TORNAR REALIDADE!
Chorar de dor, de solidão, de tristeza faz parte do ser humano. Não adianta lutar contra isso. Mas se a gente se entende e permite olhar o outro e o mundo com generosidade, as coisas ficam diferentes.
Desejo para todo mundo esse olhar especial.
O próximo ano pode ser um ano especial, muito legal, se entendermos nossas fragilidades e egoísmos e dermos a volta nisso. Somos fracos, mas podemos melhorar. Somos egoístas, mas podemos entender o outro.
O próximo ano pode ser o máximo, maravilhoso, lindo, espetacular... ou... pode ser puro orgulho!
Depende de mim, de você!
Pode ser. E que seja!!!
domingo, 7 de novembro de 2010
(( TAMANHO DO ESTRAGO ))

"Não há nada que me deixe mais frustrada do que pedir sorvete de sobremesa, contar os minutos até ele chegar e aí ver o garçom colocar na minha frente uma bolinha minúscula do meu sorvete preferido.
Uma só. Quanto mais sofisticado o restaurante, menor a porção da sobremesa.
Aí a vontade que dá é de passar numa loja de conveniência, comprar um litro de sorvete bem cremoso e saborear em casa com direito a repetir quantas vezes a gente quiser, sem pensar em calorias, boas maneiras ou moderação.
O sorvete é só um exemplo do que tem sido nosso cotidiano.
A vida anda cheia de meias porções, de prazeres meia-boca, de aventuras pela metade.
A gente sai pra jantar, mas come pouco.
Vai à festa de casamento, mas resiste aos bombons.
Conquista a chamada liberdade sexual, mas tem que fingir que é difícil (a imensa maioria das mulheres continua com pavor de ser rotulada de 'fácil').
Adora tomar um banho demorado, mas se contém pra não desperdiçar os recursos do planeta.
Quer beijar aquele cara 20 anos mais novo, mas tem medo de fazer papel ridículo.
Tem vontade de ficar em casa vendo um DVD, esparramada no sofá, mas se obriga a ir malhar.
E por aí vai.
Tantos deveres, tanta preocupação em 'acertar', tanto empenho em passar na vida sem pegar recuperação...
Aí a vida vai ficando sem tempero, politicamente correta e existencialmente sem-graça, enquanto a gente vai ficando melancolicamente sem tesão...
Às vezes dá vontade de fazer tudo 'errado'. Deixar de lado a régua,o compasso, a bússola, a balança e os 10 mandamentos.
Ser ridícula, inadequada, incoerente e não estar nem aí pro que dizem e o que pensam a nosso respeito.
Recusar prazeres incompletos e meias porções.
Até Santo Agostinho, que foi santo, uma vez se rebelou e disse uma frase mais ou menos assim:
'Deus, dai-me continência e castidade, mas não agora'...
Nós, que não aspiramos à santidade e estamos aqui de passagem, podemos (devemos?) desejar várias bolas de sorvete, bombons de muitos sabores, vários beijos bem dados, a água batendo sem pressa no corpo, o coração saciado.
Um dia a gente cria juízo.
Um dia.
Não tem que ser agora.
Por isso, garçom, por favor, me traga:
cinco bolas de sorvete de chocolate,
um sofá pra eu ver 10 episódios do 'Law and Order',
uma caixa de trufas bem macias
e o Richard Gere, nu,
embrulhado pra presente.
OK?
Não necessariamente nessa ordem.
Depois a gente vê como é que faz pra consertar o estrago . . ."
DANUZA LEÃO
terça-feira, 16 de março de 2010
SIGNIFICADOS = Adriana Falcão =
Saudade é quando o momento tenta fugir da lembrança para acontecer de novo e não consegue.
Lembrança é quando, mesmo sem autorização, seu pensamento reapresenta um capítulo.
Autorização é quando a coisa é tão importante que só dizer "eu deixo" é pouco.
Pouco é menos da metade.
Muito é quando os dedos da mão não são suficientes.
Desespero são dez milhões de fogareiros acesos dentro de sua cabeça.
Angústia é um nó muito apertado bem no meio do sossego.
Agonia é quando o maestro de você se perde completamente.
Preocupação é uma cola que não deixa o que ainda não aconteceu sair de seu pensamento.
Indecisão é quando você sabe muito bem o que quer mas acha que devia querer outra coisa.
Certeza é quando a idéia cansa de procurar e pára.
Intuição é quando seu coração dá um pulinho no futuro e volta rápido.
Pressentimento é quando passa em você o trailer de um filme que pode ser que nem exista.
Renúncia é um não que não queria ser ele.
Sucesso é quando você faz o que sempre fez só que todo mundo percebe.
Vaidade é um espelho onisciente, onipotente e onipresente.
Vergonha é um pano preto que você quer pra se cobrir naquela hora.
Orgulho é uma guarita entre você e o da frente.
Ansiedade é quando sempre faltam 5 minutos para o que quer que seja.
Indiferença é quando os minutos não se interessam por nada em especial.
Interesse é um ponto de exclamação ou de interrogação no final do sentimento.
Sentimento é a língua que o coração usa quando precisa mandar algum recado.
Raiva é quando o cachorro que mora em você mostra os dentes.
Tristeza é uma mão gigante que aperta seu coração.
Alegria é um bloco de Carnaval que não liga se não é Fevereiro...
Felicidade é um agora que não tem pressa nenhuma.
Amizade é quando você não faz questão de você e se empresta pros outros.
Decepção é quando você risca em algo ou em alguém um xis preto ou vermelho.
Desilusão é quando anoitece em você contra a vontade do dia.
Culpa é quando você cisma que podia ter feito diferente, mas, geralmente, não podia.
Perdão é quando o Natal acontece em outra época do ano.
Desculpa é uma frase que pretende ser um beijo.
Excitação é quando os beijos estão desatinados pra sair de sua boca depressa.
Desatino é um desataque de prudência.
Prudência é um buraco de fechadura na porta do tempo.
Lucidez é um acesso de loucura ao contrário.
Razão é quando o cuidado aproveita que a emoção está dormindo e assume o mandato.
Emoção é um tango que ainda não foi feito.
Ainda é quando a vontade está no meio do caminho.
Vontade é um desejo que cisma que você é a casa dele.
Desejo é uma boca com sede.
Paixão é quando apesar da palavra "perigo " o desejo chega e entra...
Amor é quando a paixão não tem outro compromisso marcado. Não.
Amor é um exagero... também não. É um "desadoro"... Uma batelada? Um exame, um dilúvio, um mundaréu, uma insanidade, um destempero, um despropósito, um descontrole, uma necessidade, um desapego? Talvez porque não tivesse sentido, talvez porque não houvesse explicação, esse negócio de amor não sei explicar.
terça-feira, 9 de março de 2010
Opinião sobre Forrest Lula (por um professor da USP)
FORREST LULA (o professor foi genial)
Finalmente alguém abordou o tema com uma simplicidade franciscana, foi direto ao ponto.
O melhor de tudo é que o autor é docente de uma grande universidade onde, via de regra, a grande maioria é de esquerda, festiva, burra e eleitora de LULA.
APROVEITEM A ANALISE INTELIGENTE DO PROFESSOR DA USP Wagner Valenti*
Professor da USP / Departamento de Biologia Aplicada. Esse professor da USP fez um belo resumo, que aí vai ....
'Todos conhecem o filme Forrest Gump , que narra a história de um imbecil que sobe na vida auxiliado por circunstâncias a ele absurdamente favoráveis.
Pois nós brasileiros temos aqui nosso Forrest Lula, pelas razões que apresentarei abaixo.
1) Ele pensa que chegou a presidente pela competência, mas foi por uma junção entre sua persistência malufiana e o 'mudancismo' do eleitor, que só pelo desejo de mudar nem se sabe o quê vota alternadamente em candidatos como Collor e Maluf, e depois em Lula & companhia.
2) Ele pensa que é respeitado lá fora, mas não passa de uma curiosidade zoológica, como o mico-leão dourado. A esquerda romântica de lá acha lindo um operário do terceiro mundo ter virado presidente: Se ele é competente ou não, o terceiro mundo que se dane. Ele recebe essa corda toda e acredita.
3 ) Ele pensa que trouxe programas sociais, mas a única coisa que o PT fez foi proteger os terroristas sem-terra, e transformar o bolsa-escola em bolsa-esmola.
4) Ele pensa que faz sucesso com a imprensa , mas na verdade contou, pelo menos até os recentes escândalos, com uma imprensa domesticada e cordial.
5) Ele pensa que não existe ninguém que possa questioná-lo tanto em ética quanto em política, mas isso só acontece por que ele nunca se expôs a entrevistas coletivas sérias, com jornalistas especializados, onde teria de dar uma satisfação objetiva de seu desempenho.
6) Ele pensa que é imune a essa crise porque seu percentual de aprovação ainda é alto, mas as pessoas que ainda confiam nele são aquelas tão avessas à leitura quanto seu presidente, e por isso nem sabem o que acontece.
7) Ele pensa que é responsável pelo sucesso da política econômica, mas isso aconteceu porque a diretriz econômica foi a única herança do governo anterior que ele não estragou.
8) Ele pensa que causou o aumento das exportações, embora isso tenha sido
conseqüência de uma série de fatores anteriores a seu governo, mais as circunstâncias favoráveis no cenário internacional.
9) Ele pensa que não sofrerá impeachment por estar acima de tudo o que acontece, embora Collor tenha sido defenestrado por muito menos. Na verdade, ele só vai ficar lá porque não interessa a ninguém transformá-lo em mártir,
dando-lhe chance de retornar à cena política, ao mesmo tempo que ninguém quer ver o escroto do Alencar tomar o poder e arruinar a política
macro-econômica..
Wagner Valenti* Professor da USP / Departamento de Biologia Aplicada ' ..
(*) é um bom prof. de Biologia, pois, mostrou que entende bem de moluscos, vermes e parasitas...
A natureza quando agredida não se defende; porém, ela se vinga.
'Repassar este e-mail é uma obrigação patriótica, pois a podridão que atualmente impera em nossa política está arruinando o país e isto é o mínimo que se pode fazer.'
segunda-feira, 31 de agosto de 2009
(( carpe diem ))

Barbie completou 50 anos...

Superman...

Thor...

Hulk....

Mulher Maravilha...

Batman e Robin...

Homem Aranha ....

A vida é curta, quebre regras, perdoe rapidamente,
beije lentamente, ame de verdade, ria descontrolavelmente,
e nunca pare de sorrir, por mais estranho que seja o motivo. E lembre-se que não há prazer sem riscos.
A vida pode não ser a festa que esperávamos, mas uma vez que estamos aqui, temos que comemorar!!! Aprecie....
sábado, 22 de agosto de 2009
.... Dia dos Pais ...

Princípios da Paternidade:
1- Amar seu filho acima de qualquer coisa;
2- entregar-se;
3- Protegê-lo;
4- Dar-lhe segurança;
5- Nunca abandoná-lo;
6- Ser próximo;
7- Dar-lhe princípios;
8- Ser o melhor exemplo;
9- Educá-lo com amor;
10- Nunca lhe fazer mal ou agredi-lo;
11- Ser verdadeiro;
12- Ajudá-lo a ser feliz;
13- Ensiná-lo a amar;
14- Ensiná-lo a respeitar a vida;
15- Ensiná-lo a transferir a seus filhos seus preceitos;
16- Mostrar o valor da família;
17- Ter em Deus a sua Essência.
Ser pai...
Ser pai é acima de tudo,
não esperar recompensas.
Mas ficar feliz caso e quando cheguem.
É saber fazer o necessário por cima e por dentro da incompreensão.
É aprender a tolerância com os demais e exercitar a dura intolerância (mas compreensão) com os próprios erros.
Ser pai é aprender errando, a hora de falar e de calar.
É contentar-se em ser reserva, coadjuvante, deixado para depois.
Mas jamais faltar no momento preciso.
É ter a coragem de ir adiante,
tanto para a vida quanto para a morte.
É viver as fraquezas que depois corrigirá no filho,
fazendo-se forte em nome dele e de tudo o que terá de viver para compreender e enfrentar.
Ser pai é aprender a ser contestado mesmo quando no auge da lucidez.
É esperar.
É saber que experiência só adianta para quem a tem, e só se tem vivendo.
Portanto, é agüentar a dor de ver os filhos passarem pelos sofrimentos necessários, buscando protegê-los sem que percebam, para que consigam descobrir os próprios caminhos.
Ser pai é saber e calar.
Fazer e guardar.
Dizer e não insistir.
Falar e dizer.
Dosar e controlar-se...
Ser pai é ser bom sem ser fraco.
É jamais transferir aos filhos a quota de sua imperfeição, o seu lado fraco, desvalido e órfão.
Ser pai é aprender a ser ultrapassado, mesmo lutando para se renovar.
É compreender sem demonstrar, e esperar o tempo de colher, ainda que não seja em vida.
Ser pai é aprender a sufocar a necessidade de afago e compreensão.
Mas ir às lágrimas quando chegam.
Ser pai é saber ir-se apagando à medida em que mais nítido se faz na personalidade do filho, sempre como influência, jamais como imposição.
É saber ser herói na infância, exemplo na juventude e amizade na idade adulta do filho.
É saber brincar e zangar-se.
É formar sem modelar, ajudar sem cobrar, ensinar sem o demonstrar, sofrer sem contagiar, amar sem receber.
Ser pai é saber receber raiva, incompreensão, antagonismo, atraso mental, inveja, projeção de sentimentos negativos, ódios passageiros, revolta, desilusão e a tudo responder com capacidade de prosseguir sem ofender; de insistir sem mediação, certeza, porto, balanço, arrimo, ponte, mão que abre a gaiola, amor que não prende, fundamento, enigma, pacificação.
Ser pai é atingir o máximo de angústia no máximo de silêncio.
O máximo de convivência no máximo de solidão.
É, enfim, colher a vitória exatamente quando percebe que o filho a quem ajudou a crescer já, dele, não necessita para viver.
É quem se anula na obra que realizou e sorri, sereno, por tudo haver feito para deixar de ser importante
Autor: Anônimo
sexta-feira, 3 de abril de 2009
(( arriscar ))

sábado, 5 de julho de 2008
Frase ;-)
domingo, 15 de junho de 2008
COISAS QUE SE ATRAEM !

- Pobre e funk.
- Mulher e vitrine.
- Homem e cerveja.
- Povão e Flamengo.
- Chifre e dupla sertaneja.
- Moeda e carteira de pobre.
- Tornozelo e pedal de bicicleta.
- Leite fervendo e fogão limpinho.
- Velho pobre e show do milhão.
- Dedinho do pé e ponta de móveis.
- Camisa branca e molho de tomate.
- Tampa de creme dental e ralo de pia.
- Café preto e a toalha branca da mesa.
- Chave trancando a porta e telefone tocando.
- Carro de bêbado e poste.
- Eu e ele !
(Recebido por e-mail)
terça-feira, 3 de junho de 2008
E depois ... as mulheres é que são complicadas, hein? ;-)
Homens...Os homens bons são feios.
Os homens bonitos não são bons.
Os homens bonitos e bons são gays.
Os homens bonitos, bons e heterossexuais estão casados.
Os homens que não são bonitos, mas são bons, não tem dinheiro.
Os homens que não são bonitos, mas que são bons e com dinheiro, pensam que estamos atrás de seu dinheiro.
Os homens bonitos, que não são bons e são heterossexuais, não acham que somos suficientemente bonitas.
Os homens que nos acham bonitas, que são heterossexuais, bons e tem dinheiro, são covardes.
Os homens que são bonitos, bons, tem dinheiro e graças a Deus são heterossexuais, são tímidos e NUNCA DÃO O PRIMEIRO PASSO!
Os homens que nunca dão o primeiro passo, automaticamente perdem o interesse em nós quando tomamos a iniciativa.
segunda-feira, 19 de maio de 2008
: Ouvido Masculino:

Muitas vezes se ouve dizer que as mulheres falam
- Esse lugar está uma bagunça, amor!
O que o homem escuta:
Blah, blah, blah, blah, AMOR,
Percebem a diferença?
quarta-feira, 9 de abril de 2008
Gato & Rato
MIAU, MIAU, MIAU...
O tempo passava e ele ouvia:
MIAU, MIAU, MIAU...
Depois de várias horas e já com muita fome o rato ouviu:
AU! AU! AU!
Então deduziu: "Se tem cachorro lá fora, o gato foi embora".
Saiu disparado em busca de comida. Nem bem saiu da toca gato CRAU!
Inconformado, já na boca do gato perguntou:- Pô gato! Que sacanagem é essa?????
E o gato respondeu:- Meu filho, nesse mundo globalizado de hoje, quem não fala pelo menos dois idiomas morre de fome ...
fábula: narrativa moralizante :-)
quarta-feira, 2 de abril de 2008
O HOMEM NU - *FERNANDO SABINO*
Durante a adolescência, trabalhou como locutor de rádio e começou a colaborar regularmente com artigos, crônicas e contos em revistas da cidade, conquistando prêmios em concursos.
No início da década de 1940, começou a cursar a faculdade de direito e ingressou no jornalismo também como redator da “Folha de Minas”.
Seu primeiro livro de contos, “Os Grilos não Cantam Mais”, foi publicado em 1941, no Rio de Janeiro. Depois disso, tornou-se colaborador regular do jornal “Correio da Manhã”, onde conheceu Vinicius de Moraes, de quem se tornou amigo.
Mudou-se para o Rio de Janeiro em 1944. Depois de se formar em direito na Faculdade Federal do Rio de Janeiro em 1946.
“O Encontro Marcado”, uma de suas obras mais conhecidas, foi lançada em 1956, ganhando edições até no exterior, além de ser adaptada para o teatro. Sabino decidiu, então, viver exclusivamente como escritor e jornalista a partir de 1957. Iniciou uma produção diária de crônicas para o “Jornal do Brasil”, escrevendo mensalmente também para a revista “Senhor”.
Em 1960, Fernando Sabino publicou o livro “O Homem Nu”, pela Editora do Autor, fundada por ele, Rubem Braga e Walter Acosta.
Publicou o romance “O Grande Mentecapto”, em 1979, iniciado mais de trinta anos antes.
A obra, que lhe rendeu o Prêmio Jabuti, e acabaria sendo adaptada para o cinema, com direção de Oswaldo Caldeira, em 1989, e também para o teatro. Em julho de 1999, recebeu da Academia Brasileira de Letras o prêmio Machado de Assis pelo conjunto de sua obra.
Faleceu em sua casa em Ipanema, vítima de câncer no fígado, às vésperas de seu 81º aniversário. O Vale a pena ler de novo publica hoje “O Homem Nu”, originalmente apresentado em coletânea homônima.
* O Homem Nu *
Ao acordar, disse para a mulher: “Escuta, minha filha: hoje é dia de pagar a prestação da televisão, vem aí o sujeito com a conta, na certa. Mas acontece que ontem eu não trouxe dinheiro da cidade, estou a nenhum.”
“Explique isso ao homem”, ponderou a mulher.
“Não gosto dessas coisas. Dá um ar de vigarice, gosto de cumprir rigorosamente as minhas obrigações. Escuta: quando ele vier a gente fica quieto aqui dentro, não faz barulho, para ele pensar que não tem ninguém. Deixa ele bater até cansar, amanhã eu pago.”
Pouco depois, tendo despido o pijama, dirigiu-se ao banheiro para tomar um banho, mas a mulher já se trancara lá dentro. Enquanto esperava, resolveu fazer um café. Pôs a água a ferver e abriu a porta de serviço para apanhar o pão.
Como estivesse completamente nu, olhou com cautela para um lado e para outro antes de arriscar-se a dar dois passos até o embrulhinho deixado pelo padeiro sobre o mármore do parapeito. Ainda era muito cedo, não poderia aparecer ninguém.
Mal seus dedos, porém, tocavam o pão, a porta atrás de si fechou-se com estrondo, impulsionada pelo vento.
Aterrorizado, precipitou-se até a campainha e, depois de tocá-la, ficou à espera, olhando ansiosamente ao redor. Ouviu lá dentro o ruído da água do chuveiro interromper-se de súbito, mas ninguém veio abrir.
Na certa a mulher pensava que já era o sujeito da televisão. Bateu com o nó dos dedos: “Maria! Abre aí, Maria. Sou eu”, chamou, em voz baixa.
Quanto mais batia, mais silêncio fazia lá dentro.
Enquanto isso, ouvia lá embaixo a porta do elevador fechar-se, viu o ponteiro subir lentamente os andares... Desta vez, era o homem da televisão!
Não era. Refugiado no lance da escada entre os andares, esperou que o elevador passasse, e voltou para a porta de seu apartamento, sempre a segurar nas mãos nervosas o embrulho de pão: “Maria, por favor! Sou eu!”
Desta vez não teve tempo de insistir: ouviu passos na escada, lentos, regulares, vindos lá de baixo...
Tomado de pânico, olhou ao redor, fazendo uma pirueta, e assim despido, embrulho na mão, parecia executar um balé grotesco e mal ensaiado.
Os passos na escada se aproximavam, e ele sem onde se esconder. Correu para o elevador, apertou o botão. Foi o tempo de abrir a porta e entrar, e a empregada passava, vagarosa, encetando a subida de mais um lance de escada.
Ele respirou aliviado, enxugando o suor da testa com o embrulho do pão.
Mas eis que a porta interna do elevador se fecha e ele começa a descer.
“Ah, isso é que não!”, fez o homem nu, sobressaltado.
E agora? Alguém lá embaixo abriria a porta do elevador e daria com ele ali, em pêlo, podia mesmo ser algum vizinho conhecido...
Percebeu, desorientado, que estava sendo levado cada vez para mais longe de seu apartamento, começava a viver um verdadeiro pesadelo de Kafka, instaurava-se naquele momento o mais autêntico e desvairado regime do terror!
“Isso é que não”, repetiu, furioso.
Agarrou-se à porta do elevador e abriu-a com força entre os andares, obrigando-o a parar.
Respirou fundo, fechando os olhos, para ter a momentânea ilusão de que sonhava. Depois experimentou apertar o botão do seu andar. Lá embaixo continuavam a chamar o elevador.
Antes de mais nada: Emergência: parar. Muito bem. E agora? Iria subir ou descer? Com cautela desligou a parada de emergência, largou a porta, enquanto insistia em fazer o elevador subir.
O elevador subiu. “Maria! Abre esta porta!”, gritava, desta vez esmurrando a porta, já sem nenhuma cautela.
Ouviu que outra porta se abria atrás de si. Voltou-se, acuado, apoiando o traseiro no batente e tentando inutilmente cobrir-se com o embrulho de pão. Era a velha do apartamento vizinho: “Bom dia, minha senhora”, disse ele, confuso. “Imagine que eu...”
A velha, estarrecida, atirou os braços para cima, soltou um grito: “Valha-me Deus! O padeiro está nu!”
E correu ao telefone para chamar a radiopatrulha: “Tem um homem pelado aqui na porta!”
Outros vizinhos, ouvindo a gritaria, vieram ver o que se passava: “É um tarado!” “Olha, que horror!” “Não olha não! Já pra dentro, minha filha!”
Maria, a esposa do infeliz, abriu finalmente a porta para ver o que era.
Ele entrou como um foguete e vestiu-se precipitadamente, sem nem se lembrar do banho. Poucos minutos depois, restabelecida a calma lá fora, bateram na porta.
“Deve ser a polícia”, disse ele, ainda ofegante, indo abrir.
Não era: era o cobrador da televisão.
Fonte: Jornal Bom Dia
A seção *Vale a pena ler de novo* do Jornal Bom Dia republica aos sábados textos de qualidade, de interesse ou históricos que foram veiculados pela imprensa. É uma seção dedicada à rica memória do jornalismo.
sexta-feira, 14 de março de 2008
Luis Fernando Veríssimo - DAR AMOR
Dar não é fazer amor. Dar é dar.
Fazer amor é lindo, é sublime, é encantador, é esplêndido.
Mas dar é bom pra cacete.
Dar é aquela coisa que alguém te puxa os cabelos da nuca...
Te chama de nomes que eu não escreveria...
Não te vira com delicadeza... Não sente vergonha de rítmos animais.
Dar é bom. Melhor do que dar, só dar por dar. Dar sem querer casar....
Sem querer apresentar pra mãe... Sem querer dar o primeiro abraço no Ano Novo.
Dar porque o cara te esquenta a coluna vertebral...
Te amolece o gingado... Te molha o instinto.
Dar porque a vida é estressante e dar relaxa. Dar porque se você não der
para ele hoje, vai dar amanhã, ou depois de amanhã. Tem pessoas que você vai
acabar dando, não tem jeito. Dar sem esperar ouvir promessas, sem esperar
ouvir carinhos, sem esperar ouvir futuro.
Dar é bom, na hora. Durante um mês. Para os mais desavisados, talvez anos.
Mas dar é dar demais e ficar vazio. Dar é não ganhar. É não ganhar um eu te
amo baixinho perdido no meio do escuro. É não ganhar uma mão no ombro
quando o caos da cidade parece querer te abduzir.
É não ter alguém pra querer casar para apresentar pra mãe, pra dar o
primeiro abraço de Ano Novo e pra falar: "Que que cê acha amor?".
É não ter companhia garantida para viajar.
É não ter para quem ligar quando recebe uma boa notícia.
Dar é não querer dormir encaixadinho...
É não ter alguém para ouvir seus dengos...
Mas dar é inevitável, dê mesmo, dê sempre, dê muito.
Mas dê mais ainda, muito mais do que qualquer coisa, uma chance ao amor.
Esse sim é o maior tesão. Esse sim relaxa, cura o mau humor, ameniza todas
as crises e faz você flutuar.
DAR AMOR !!!!!!
quinta-feira, 13 de março de 2008
Censura ?!? Agradeçam ao Lula ...
CHEIRO DE PERIGO NO AR
Depois das declarações do Lula sobre "mulher deve ser dengosa com o seu homem, senão ele põe o cuecão e volta a dormir"...
...
Depois da ministra do turismo, a dona Marta Suplicy mandar a população que perde vôos , "relaxar e gozar"...
...
Depois que o Renan Calheiros, usou seu dinheiro (do seu imposto, caro contribuinte)
para pagar suas escapadinhas de um casamento monótono...
...
Depois do irmão do Lula virar apenas "ingênuo", quando confabulava nos bastidores
para se apropriar da grana alheia...
...
Depois de tanta gente ficar impune e até reeleita como o Valdemar da Costa Neto e outros...
...
TEM CHEIRO DE PERIGO NO AR!!!
!!!
Independente do partido político a que vocês simpatizem essa notícia é preciso divulgar e se indignar, pois voltar a ditadura será o fim da picada nesta altura de nossas vidas!!!
!!!!
Realmente estamos sob novo AI-5, neste governo do Lula.
O Boris Casoy foi calado, despedido por ordem do Lula.
Agora, o Jabor foi processado, condenado, calado por ordem do Lula.
É um escândalo!!!
...
A imprensa divulgou a sentença
que condenou o Jabor a pagar indenização por danos morais,
dois dias antes do Juiz assinar a sentença.
Agora o Jabor foi calado na CBN.
...
O Diogo Mainardi, além de processado, sofreu ameaças de morte no jornal do MR-8 (da base aliada do Lula).
...
Há Medida Provisória enviada pelo Lula ao Congresso,
instituindo a censura prévia aos programas de rádio e TV.
Estou gritando CENSURA PRÉVIA, inclusive aos programas jornalísticos.
Os censores já estão nomeados.
São muito jovens com a participação de estudantes
da Universidade de Brasília (todos DEMENTES e Petistas é claro).
...
Agora só faltam as torturas e desaparecidos.
Vamos denunciar isto pela Internet e por todos os meios que pudermos.
!!!
Arnaldo Jabor expulso da CBN!!!
Por favor, repassem para todos que puderem!!!
!!!!!
VAMOS REPASSAR!!!!
!!!!!
NÓS BRASILEIROS E PATRIOTAS, DEVERÍAMOS SER 160 MILHÕES DE JABORES
PARA GRITAR CONTRA ESSA BADERNA POLÍTICA E TANTOS DESMANDOS QUE EXISTEM
NOS PODERES DA REPÚBLICA!
!!!!
Tem cheiro de ditadura no ar!!!
!!!!
Leia o comentário de Dora Kramer, Estadão de Domingo:
"A decisão do TSE que determinou a retirada do comentário de Arnaldo Jabor do site da CBN, a pedido do presidente 'Lula' até pode ter amparo na legislação eleitoral,
mas fere o preceito constitucional da liberdade
de imprensa e de expressão,
configurando-se, portanto, um ato de censura."
Em outro trecho:
"Jabor faz parte de uma lista de profissionais tidos pelo Presidente Lula como desafetos e, por isso, passíveis de retaliação à medida que se apresentem as oportunidades!"
....
"Não deixem de ler e reler o texto abaixo e passem adiante"!!!!!!
A VERDADE ESTÁ NA CARA, MAS NÃO SE IMPÕE
(ARNALDO JABOR)
O que foi que nos aconteceu?
No Brasil, estamos diante de acontecimentos inexplicáveis,
ou melhor,"explicáveis" demais.
Toda a verdade já foi descoberta, todos os crimes provados,
todas as mentiras percebidas.
Tudo já aconteceu e nada acontece.
Os culpados estão catalogados, fichados , e nada rola.
A verdade está na cara, mas a verdade não se impõe.
Isto é uma situação inédita na História brasileira.
!!!!!!!
Claro que a mentira sempre foi a base do sistema político ,
infiltrada no labirinto das oligarquias ,
mas nunca a verdade foi tão límpida à nossa frente
e, no entanto, tão inútil, impotente, desfigurada.
!!!!!!!!
Os fatos reais:
com a eleição de Lula, uma quadrilha se enfiou no governo e desviou bilhões de dinheiro público para tomar o Estado e ficar no poder 20 anos.
!!!!
Os culpados são todos conhecidos , tudo está decifrado, os cheques assinados, as contas no estrangeiro, os tapes, as provas irrefutáveis, mas o governo psicopata de Lula nega e ignora tudo.
!!!!!
Questionado ou flagrado,
o psicopata não se responsabiliza por suas ações.
Sempre se acha inocente ou vítima do mundo, do qual tem de se vingar.
O outro não existe para ele
e não sente nem remorso nem vergonha do que faz.
!!!!!
Mente compulsivamente, acreditando na própria mentira,
para conseguir poder.
Este governo é psicopata!!!
Seus membros riem da verdade,
viram-lhe as costas, passam-lhe a mão nas nádegas.
A verdade se encolhe, humilhada, num canto.
E o pior é que o Lula, amparado em sua imagem de "povo",
consegue transformar a Razão em vilã, as provas contra ele em acusações "falsas", sua condição de cúmplice e Comandante em "vítima".
!!!!!
E a população ignorante engole tudo.
Como é possível isso?
!!!!!
Simples:
o Judiciário paralítico entoca todos os crimes na fortaleza da lentidão e da impunidade.
Só daqui a dois anos serão julgados os indiciados
- nos comunica o STF.
!!!!
Os delitos são esquecidos, empacotados, prescrevem.
A Lei protege os crimes e regulamenta a própria desmoralização.
Jornalistas e formadores de opinião sentem-se inúteis,
pois a indignação ficou supérflua.
O que dizemos não se escreve,
o que escrevemos não se finca,
tudo quebra diante do poder da mentira desse governo.
!!!!!!
Sei que este é um artigo óbvio, repetitivo, inútil, mas tem de ser escrito....
Está havendo uma desmoralização do pensamento.
Deprimo-me:
" Denunciar para quê, se indignar com quê?
Fazer o quê?".
A existência dessa estirpe de mentirosos está dissolvendo a nossa língua.
Este neocinismo está a desmoralizar as palavras, os raciocínios.
A língua portuguesa, os textos nos jornais, nos blogs, na TV, rádio, tudo fica ridículo diante da ditadura do lulo-petismo.
!!!!
A cada cassado perdoado, a cada negação do óbvio,
a cada testemunha, muda, aumenta a sensação de que as idéias não correspondem mais Aos fatos!
!!!!
Pior:
que os fatos não são nada
- só valem as versões, as manipulações.
No último ano, tivemos um único momento de verdade, louca, operística, grotesca, mas maravilhosa, quando o Roberto Jefferson abriu a cortina do país
e deixou-nos ver os intestinos de nossa política.
!!!!
Depois surgiram dois grandes documentos históricos:
o relatório da CPI dos Correios
e o parecer do procurador-geral da República.
São verdades cristalinas, com sol a Pino.
!!!!!
E, no entanto, chegam a ter um sabor quase de "gafe".
Lulo-Petistas clamam:
"Como é que a Procuradoria Geral, nomeada pelo Lula, tem o desplante de ser tão clara!
Como que o Osmar Serraglio pode ser tão explícito, e como o Delcídio Amaral não mentiu em nome do PT?
Como ousaram ser honestos?".
Sempre que a verdade eclode, reagem.
Quando um juiz condena rápido, é chamado de "exibicionista".
Quando apareceu aquela grana toda no Maranhão (lembram, filhinhos?), a família Sarney reagiu ofendida com a falta de "finesse" do governo de FH,
que não teve a delicadeza de avisar que a polícia estava chegando...
!!!!!
Mas agora é diferente.
As palavras estão sendo esvaziadas de sentido.
Assim como o stalinismo apagava fotos, reescrevia textos para contestar seus crimes,
o governo do Lula está criando uma língua nova, uma neo-língua empobrecedora da ciência política, uma língua esquemática, dualista, maniqueísta, nos preparando para o futuro político simplista
que está se consolidando no horizonte.
Toda a complexidade rica do país será transformada em uma massa de palavras de ordem,
de preconceitos ideológicos movidos a dualismos e oposições, como tendem a fazer o Populismo e o simplismo.
!!!!!
Lula será eleito por uma oposição mecânica entre ricos e pobres, dividindo o país em "a favor" do povo e "contra",
recauchutando significados que não dão mais conta da circularidade do mundo atual.
Teremos o "sim" e o "não",
teremos a depressão da razão de um lado e a psicopatia política de outro, teremos a volta da oposição Mundo x Brasil, nacional x internacional e um voluntarismo que legitima o governo de um Lula 2 e um Garotinho depois.
!!!!!
Alguns otimistas dizem:
"Não... este maremoto de mentiras nos dará uma fome de Verdades"!
frase do dia
* O pessimista é um otimista bem informado *
quinta-feira, 31 de janeiro de 2008
Nostalgia

No dicionário: «nostalgia: ... Do gr. nóstos, "regresso" + algos, "dor"»
Nostalgia foi o que Angela sentiu aquela tarde quando pegou a escada e foi subindo os degraus um a um... lá em cima do armário estava a bolsa. Era uma bolsa de viagem onde ela guardava as recordações de um antigo e mal-resolvido relacionamento... Fazia tempo que ela não abria este armário, não olhava a bolsa, não mexia em seu interior, justamente para evitar sentir a dor e a saudade que as fotos, cartas, bilhetes e todo o seu conteúdo lhe fazia lembrar ... Aquele fora o relacionamento mais importante que ela tivera, o mais intenso, o mais marcante, e ocorrera justamente na melhor fase de sua vida... E, de repente, ao se separar de Ele, não só deixou pra trás uma pessoa importante, como também, uma fase intensa de sua vida foi parar na gaveta, na bolsa, no esquecimento.... Tudo aquilo que ela vivera, vivera compartilhando com ele... E ao partir, ele levou aquilo tudo junto... Eram momentos só deles.... e agora, parecia que aqueles momentos não existiam mais. Era tudo tão triste... Esta separação já fazia mais de ... nossa, 20 anos!!! Eles estavam separados há quase vinte anos e ela ainda não conseguira esquecê-lo..... Parecia tudo tão presente...
Quando Angela deu por si, estava ao pé da escada, sentada no chão, encostada à parede, joelhos dobrados, queixo apoiado nas mãos, o pensamento longe... Fechou os olhos e parecia estar lá... Ouvia as folhas das árvores balançando ao vento .... o murmúrio de vozes distantes.... um carro chegando, os pneus rodando sobre o cascalho no estacionamento em frente à sua janela.. parando... a porta se abrindo.... a porta se fechando... e o coração de Angela aos pulos... a respiração ofegante ... Passos no cascalho... Este som, este ritmo, era Ele que chegava ... E ela seria capaz de reconhecê-lo ... sempre... até de olhos fechados, assim, como estava agora... Ela lembra do hábito que Ele tinha, ao chegar, de chamá-la à janela, como Rapunzel... Ela então abria a porta do quarto e esperava que ele desse a volta no estacionamento e entrasse por ela... Lá dentro, ela o esperava.. um sorriso, um beijo, um abraço... muitos carinhos... e um olhar... Ahhh, na verdade, não era um olhar, mas o olhar. Ele tinha aquele olhar todo especial quando olhava para ela. Era olho no olho. Era um olhar que sorria, que brilhava, que ao mesmo tempo, fazia com que ele parecesse um menino puro, ingênuo, doce, carinhoso... E ele era tudo isso. E quando olhava daquele jeito para Angela, ela se sentia iluminada... Ela se sentia única e amada. Ela se sentia dele e sabia que Ele era dela, só dela. E que no coração de Ele não havia espaço para mais ninguém. E que o olhar de Ele não olharia para mais ninguém daquele mesmo jeito.
Esta doce lembrança fez com que um sorriso brotasse em seu rosto... acompanhado de duas lágrimas que rolaram devagar e silenciosamente ..
Não! Angela respirou fundo, enxugou o rosto, levantou-se e fechou a escada. A bolsa ainda iria permancer lá, intocada, por mais algum tempo. Quanto tempo? pelo tempo que fosse necessário. Por enquanto era impossível remexer em tantas lembranças dolorosas. Por várias vezes Angela tentou amar outros homens, entregar-se a outras paixões, outros desejos, construir outros relacionamentos, mas, que nada.. Ele parecia estar sempre tão presente, embora tão distante fisicamente... Ele estava reamente longe: apaixonara-se, constituíra família, outro emprego, outro endereço, enfim, outra vida... Mas ela, não. Ainda ali, presa àquelas lembranças que mal conseguia tocar. Ainda era cedo pra mexer nesta ferida. Exteriormente, parecia cicatrizada, mas por dentro ainda doía, e muito.
By Barbarella
terça-feira, 29 de janeiro de 2008
As Crises

Dizem que toda pessoa - independente do sexo, cor, credo, idade, estado civil, nível sócio-econômico, bla bla bla - um dia entra em crise! A primeira crise que esperei e não aconteceu foi a da adolescência. Talvez porque eu mal soubesse o significado da palavra *crise* ou porque talvez eu já estivesse vivendo a crise sem perceber.
Depois disso muito tempo se passou…E agora? Androezilda já não é mais aquela musa, passa longe de balanças, espelhos e nem se atreve a ser fotografada sem ter alguém na sua frente… Ivinoaldo está bem acima do peso, mas ainda pegável… E Aristáfana? Está bem… na verdade, muito bem… malhando, em forma, bronzeada, praia todo dia…
Mundo Virtual I

Você já esteve em salas de chat? Gostou da experiência? Já conheceu alguém interessante? Encontrou este “alguém” no plano real? E ai, como foi?Nas salas de chat [ou no ambiente virtual] é comum as pessoas trocarem experiências deste tipo… Além das clássicas [e nada criativas]: “de onde vc tc? (cidade-bairro)”; “ Vc é H ou M (quando seu nick é *obscuro*)?” ; “Qtos anos?”. Já nas salas de chat no exterior estas perguntas são sintetizadas em uma só: “age/sex/location”. Bem mais direto e menos tedioso, hein? É, e uma conversa no plano virtual pode acabar *acabando* ou …. com um encontro (virtual) quente e cheio de emoções, também conhecido como cyber-sex. O que não impede que tudo isso extravase para o plano real, se for da vontade dos dois.
Não. Já sei até o que você pensou! Marlicéia era tão fiel que nem sei como explicar. Bom, pra ter uma idéia… ela se apaixonou por Oswaldinho no primeiro período da faculdade. Ele foi o *primeiro tudo* dela. Ela era romântica, sonhadora, mas foi perdendo um pouco destas características à medida que prosseguia no curso de Direito. No trabalho era bem durona. Mas com Oswaldinho, ah.. aquilo era amooorrr! Mas ela já não agüentava mais ficar sem sexo.
Foi então naquela tarde de terça-feira, no almoço com as amigas de faculdade, que resolveram colocar esta idéia na cabeça dela: amantes, salas de chat, cyber-sex.
- É uma maravilha, Marli. – falava uma delas, a mais assanhada.- E você nem precisa conhecer o cara. Aliás, são poucos os que querem passar do virtual para o real. A maioria deles é casado. – acrescenta a outra.- Ainda mais você, que está com o mesmo cara desde sempre. Variar vai te fazer muito bem! Tanta coisa *nova* você vai poder aprender.. riu uma outra, a mais quieta, enquanto todos os olhares arregalados se dirigiam para ela.- Até você Malu, já andou experimentando, hein? Viu Marli. Se até a Malu experimentou – e olha que ela não experimenta qualquer coisa – por que você não tenta?- Ah, mas o Oswaldinho se descobrir… vai ficar na maior tristeza. Sabe como ele é sensível…- E quem disse que ele precisa saber ? – disse a mais assanhada com um olhar malicioso.
E foi assim que tudo começou. A idéia foi crescendo na cabeça da Marlicéia, a curiosidade aguçando a cada dia e a vontade crescendo cada noite que Oswaldinho virava de lado. Até que na semana seguinte ela não resistiu.Chegou mais cedo do trabalho. Ligou o laptop. Ao checar seus e-mail: la estava a mensagem da Malu (a quietinha assanhada), com o link da sala de chat, algumas sugestões de *como proceder* e alguns nicks que fariam sucesso. Hehehe, esta Malu pensa em tudo mesmo!
E foi assim, com o nick de *Mulher nota 10*, que Marlicéia fez sua estréia no mundo virtual. Entrou na sala e chamou logo a atenção do *Bonitão*, que não rendeu muito assunto. Teclou simultaneamente com *Professor* e *Homem Sério* e começou a pegar o jeito. Mas foi com *Nerd40tão* que o assunto finalmente chegou onde ela queria. Trocaram algumas confidências, falaram sobre suas preferências e descobriram muito em comum. Rolou uma certa intimidade. Como já estava perto da hora de Oswaldinho chegar, despediram-se, trocaram e-mails e marcaram pra continuar o papo no dia seguinte. Marlicéia estava entusiasmada. A primeira a saber das novidades foi a Malu, naquela mesma noite. Oswaldinho parecia nem notar a diferença, mas ela custou a pegar no sono. Na manhã seguinte, Marlicéia já havia ligado o micro antes mesmo de fazer o café - Oswaldinho já havia saído mesmo – e notou que além das mensagens de sempre e da resposta de Malu, havia mais duas: do Nerd40tão! Noss, hoje o dia ia começar bem! Malu estava acompanhando e dando a maior força. E ele escrevera pra confirmar o encontro e hum, que romântico, mandar um poema… hum … erótico! É, acho que fui bem mesmo! E saiu rindo e bebendo toda a caneca de café sem açúcar.
O dia transcorreu super bem, como era de se esperar. No almoço, reencontrou as amigas apressadamente, só pra contar as novidades e ouvir os comentários, e saiu correndo pra uma reunião de última hora, com um cliente novo. Fechou novos acordos. Foi um dia de sucesso.
Chegando em casa, mesmo cedo, surpresa! Oswaldinho já estava. Marlicéia gelou. Como é que ela ia conversar com o *Nerd40tão* se ele estivesse ali. Faltava uma hora. Oswaldinho logo se explicou: chegou cedo pra lhe contar a novidade! Esta tarde foi convidado a fazer parte da sociedade do escritório. Eles haviam fechado contrato grande, o que iria aumentar os rendimentos. Enfim, era um bom negócio. Eles se abraçam e, hum, Oswaldinho desperta! É ele ficou a fim… Ai meu deus, pensa Marlicéia. Faltam 40 minutos. Logo agora que … Aiiii
Oswaldinho, como assim??? Anhhh… Deixa eu… e não deu tempo! Oswaldinho acordou pra vida, bem a tempo de ser atropelado pelo *Nerd40tão*.
Mas não pense que Marlicéia esqueceu as salas de chat… Depois eu conto outras aventuras dela.
By Barbarella
DOCE VINGANÇA

Gregório não era exatamente bonito, aliás, seus traços eram rudes, as feições brutas, mas era um rapaz muito … aham… quente! Quente do jeito que ela gostava… mas quando o trabalho apertava, Anabelle esfriava e ele…bom… ela nunca havia pensado o que acontecia com ele, nem no que ele fazia enquanto ela estava ausente. Mas sabe como é mulher, né? Quando comenta isso com as amigas, a curiosidade sempre é instigada…
Uma noite, Anabelle chegou em casa e lá estava Gregório esperando por ela. Ela vai tomar um banho e ele, fazer um lanche. Ao sair do banho, indo direto para o quarto, Anabelle encontra a mochila de Gregório… Pinta aquela curiosidade.
Ela tranca a porta e resolve verificar seu conteúdo… Hum… Um casaco, uma sunga e uma agenda. Ela olha a agenda… pensa, pensa.. mas não há muito tempo pra pensar… Em breve ele estará de volta ao quarto para … isso mesmo! Ela então começa a folhear a agenda em busca de algo que conteste suas suspeitas… Ela se sente um pouco culpada. Nada nas primeiras páginas, nem nas seguintes. Mas, ao sacudir a agenda… opa! cai um papelzinho. Um pequeno cartão. Letra feminina. Caligrafia delicada…” Gregório, Pra você meu niver tem data especial. Venha preparado! Amor, Ni.” Hã??? Como assim??? O coração de Anabelle dispara. Traição. Que cachorro!! Agora ela folheia a agenda furiosamente em busca de indícios… Resolve verificar aquele dia, no mês de junho, em que ele disse que precisaria se ausentar para participar de um congresso.
É, volta e meia, em função do trabalho, ele se ausentava por dias, às vezes semanas. Ela então vai olhando, dia após dia, entre as folhas vazias… a semana de ausência: Está escrito: Congresso em Minas - Niver da Nívea!
Cachorrrrroooo! Sem-vergoooonnhhhaaa! Ela susurra baixinho, coração aos pulos!!! Vontade de abrir aquela porta aos berros! Jogar a agenda em cima dele! Quebrar tudo!! É, fúria feminina é fogo! E, por vezes, incontrolável!!
Nívea, quem será esta P*!!! Ela folheia mais e mais a agenda e encontra uma foto: Apenas duas mãos dadas: A de Gregório, ela reconhece por uma cicatriz que ele tem; e a outra, de esmalte vermelho, unhas longas! Ah… unha de P* mesmo! Ela diz consigo mesma. Respira fundo.. sente passos no corredor.. Gregório está chegando.. E agora? O que fazer? Ela olha ao redor em pânico… O conteúdo da mochila está espalhado no chão do quarto… e a agenda também… Calma! Se ele consegue ter tanto sangue frio, eu também posso! Outra respiração profunda e .. toc - toc- toc - Batidas na porta…
Anabelle planta *aquele* sorriso no rosto, bem apaixonado, provocante! E dá um sorriso malicioso olhando no espelho enquanto diz baixinho… “Espera gato… estou preparando uma coisa muito especial pra você!” Seu cachorrroooo, pensa ela!
Em um piscar de olhos, ela guarda tudo na mochila e a atira de lado pra justificar a bagunça. Mas pensa: nem vai precisar…. ele nem vai notar isso…heheh Acende umas velas perfumadas, ambiente na penumbra, langerie sexy! Agora sim…
Lá fora, outras batidas insistentes na porta… Ela abre apenas um cantinho e ele se surpreende… Ela puxa ele pra dentro… jogando-o na cama! Ele parece atônito! Mas com certeza dá sinais *físicos* de que gosta… Ah… Estamos indo muito bem, pensa ela enquanto sorri maliciosamente pra ele. Nem é preciso dizer que a noite de amor foi intensa… mas os pensamentos de Anabelle estão bem longe.. pensando em outro homem.. e ele existe… Era aquele gato com quem ela fez sexo virtual secretamente, outro dia, na sala de chat… Ela tinha muita vontade de conhecer o *Instinto Selvagem* mas não seria capaz… Imagina ela, tão fiel, trair aquele vulcão, sem motivos? Ai que raiva… Anabelle então pensava nisso, enquanto realizava as posições acrobáticas que ensaiara virtualmente na noite anterior! Gregório parecia satisfeito. E ela também… Mas ela sempre sabia que quando ela estava quase dormindo, ele pedia mais… E esta seria a hora fatal…
Ela sabia também que Gregório embora não assumisse, tinha certos ciúmes de seu companheiro de trabalho, aquele rapaz sempre bem vestido, barbeado, cheiroso… hum…. Sim, o Valério. O nome não ajudava, mas isso não era o mais importante.
Anabelle vira para o lado, abraçando o travesseiro. Gregório se levanta, vai buscar uma água. Ela então finge já estar dormindo quando ele retorna ao quarto, pouco tempo depois. Ele entra, olha pra ela. Olha ao redor, procura sua mochila. Encontra. Coloca de lado. Senta na cama, se espreguiça. Vira para o lado de Anabelle. Chega o rosto bem perto do dela, ouvindo sua respiração, pesada. Ele levanta a coberta e olhando seu corpo, suas curvas e - como Anabelle havia previsto - ele resolve tentar de novo. Anabelle permanece controlada, mantendo a respiração compassada. Ele então se aproxima mais… ela finge estar dormindo e se move um pouco, se afastando dele… Ele investe outra vez, beijando seu pescoço, orelha, indo em direção aos seios… Ela então esboça um sorriso e dá um suspiro de satisfação… Quando ele está pronto, ela então balbucia, como se falasse em um sonho… “Hummm não, Valério” - Gregório gela. Imediatamente. Um banho de água fria. O susto é tão grande que, na penumbra, ele esbarra na luminária, que cai no chão. Uffa!!! Anabelle então aproveita a deixa e finge ter sido despertada pelo barulho… Acordando assustada. “O que houve? Hã? Hã?” fingindo estar ainda grogue de sono… Olha pra Gregório e ele ainda está com um olhar abobalhado. Ela sente vontade de rir, mas se segura. Ao invés disso, pergunta melosamente: “Que houve amor? Machucou?” E ele: “Não, nada não, esquece amorzinho. Dorme que amanhã você tem reunião…”
hahahahahaha!
By Barbarella
